sábado, 24 de fevereiro de 2018

A saúde mental e física do Ser Humano está vinculada às Leis da Espiritualidade.





Quando existe a cooperação e o servir, o corpo humano responde com paz, segurança e aumento da energia vital.







Você quer ter uma vida em paz e um corpo saudável? Você deve fazer exercícios e se alimentar bem. E o que mais? O que é realmente necessário para manter uma vida de boa qualidade?

O corpo humano foi planejado para responder de forma muito positiva a algumas atitudes. Se elas faltarem, o corpo humano entra em desequilíbrio e o sofrimento é ampliado. 


O texto abaixo servirá para a sua reflexão. Será a (re)descoberta de que a saúde mental e espiritual andam de mãos dadas

Leia, reflita e mude sua vida.


O Ser humano como um ser cooperador

O que surge na sua cabeça quando você pensa na frase de Allan Kardec: “Fora da caridade não há salvação”?

Surge uma família pobre precisando de alimento? Uma pessoa doente precisando de apoio? A caridade é isso e muito mais.

A caridade é, principalmente, uma forma de permitir com que a natureza humana vibre de forma nobre e saudável.

Ou seja, ela não é apenas um aspecto moral. Ela é uma das leis da natureza.

Como você já viu na introdução do livro A Espiritualidade no Dia a Dia, um átomo só se forma se houver uma força que faça com que suas partes fiquem unidas. São energias trabalhando juntas para gerar algo maior e mais complexo do que cada parte isolada.

Essa forma de proximidade e cooperação está presente em toda a natureza. A colaboração é a regra; a luta, a parte minoritária. Na natureza existe muito mais colaboração do que luta.

Observe:

Para aumentar o seu nível de inteligência, as células se especializaram, cooperaram – para formar os olhos humanos algumas se especializaram em captar luz, por exemplo. A informação captada é transmitida para outras que interpretam a informação (mais colaboração).

Os átomos se formaram “criando” o conceito de ficarem juntos, unidos. Esse princípio agiu desde o início e depois de bilhões de anos surgiram os primeiros seres vivos unicelulares (no planeta Terra). Em meio às dificuldades da sobrevivência, esses seres unicelulares começaram por se agrupar e colaborar (proximidade e cooperação). Na busca pela sobrevivência, a colaboração é um ato inteligente que permite maior “consciência” do ambiente ao redor (sendo que no ser humano essa consciência ganha uma dimensão muito maior).

A colaboração é a essência do desenvolvimento da vida no planeta e a base da vida consciente do ser humano. Nosso corpo é capaz de sintetizar mais de 100 mil tipos diferentes de proteínas. O corpo como um todo e não cada célula em particular. Sendo assim, o trabalho de uma célula colabora para a sobrevivência das outras.

Esse mesmo princípio está presente nos grupos sociais. Por exemplo: você acorda no meio da noite e acende a luz do quarto. A energia chega e tudo se ilumina. Você não se esforçou por criar aquela energia. Você usufrui de um sistema de colaboração. Se outras pessoas fizerem um ótimo trabalho, sempre haverá energia para seu usufruto.




É certo que você terá que trabalhar e pagar a conta. Um sistema de colaboração é sempre uma via de duas mãos. Usufruir e fazer bem feito para que todos possam usufruir. É neste sentido que a caridade é fundamental: a capacidade de entender o outro para que a colaboração prevaleça sobre o egoísmo. (Leia mais sobre a caridade: A prática da caridade lhe ajuda a viver melhor e a criar amizades sadias )

O ápice da inteligência e da consciência, presente nos seres humanos, significa que ele é capaz de decidir. É o livre arbítrio em ação. A liberdade (relativa) que a inteligência e a sensibilidade dão a cada ser humano de escolher suas ações. Se houver um excessivo individualismo, diminuindo a colaboração, esse ser humano gerará sofrimento para a sociedade e para si mesmo.

Explico: na formação do átomo, existe uma força agindo para que as partes fiquem juntas. Mas existe também força de desagregação. No átomo, essa força de desagregação gerará o desaparecimento do mesmo. O ser humano, muito mais complexo, possui algumas forças de “desagregação” que geram o individualismo ampliado. Por exemplo, o egoísmo exagerado. São forças que podem ser criativas ou destrutivas. São criativas quando geram inovação, descobertas, ousadias positivas. São destrutivas quando geram apenas desequilíbrio e quase nada de novo. Nesse momento, a própria biologia humana entra em desequilíbrio. Por biologia, entenda as células, mas também os órgãos e os sentimentos básicos deste ser humano.


Uma pessoa que aumenta sua sabedoria será capaz de inocular em centenas de pessoas a vontade de ser cada vez melhor. Regis Mesquita Livro: A Espiritualidade no Dia a Dia


Uma matéria da rede inglesa BBC conta que multimilionários são atraídos para levar dinheiro para a Suíça em busca de segurança (http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151026_bancos_suicos_contas_secretas_mw_lgb ). Ou seja, nem com muitos milhões de dólares a pessoa sente-se segura. O sonho de muitas pessoas de terem dinheiro para terem segurança é quase sempre uma ilusão. Mesmo tendo muito dinheiro, elas encontram a continuidade da insegurança. É porque o corpo (a mente é parte do corpo) dessa pessoa responde aos seus egoísmos e apegos gerando mais sentimentos negativos (insegurança, por exemplo).

O que acontece na mente/corpo dessa pessoa para nunca se sentir em segurança? Ao deixar a colaboração em último plano, a biologia presente no corpo humano entende que ele está em risco. E está mesmo, pois as forças de desagregação estão preponderantes. Essa percepção de risco gera estresse e desorganização. A pessoa usa os mesmos recursos que criaram o desequilíbrio para tentar voltar ao equilíbrio. Ela usa o que tem força dentro dela e – nessa situação – o que tem força dentro dela são as forças desagregadoras.

Explicando: o apego diminui a colaboração. O corpo percebe que diminuiu a colaboração e identifica um risco. O risco gera estresse que é identificado como insegurança. A pessoa responde a esse desequilíbrio repetindo o que está acostumado a fazer. Ou seja, aumenta o apego; ela sente que pode se defender do risco com mais apego (tendo mais dinheiro e aplicado em mais lugares). A solução seria diminuir o apego e aumentar a colaboração (por exemplo, praticando a caridade), dessa forma, o corpo se sentiria mais confortável e seguro (lembre-se sempre de que a mente é uma parte do corpo).


Do espírito para o coração


A mente e o corpo humano foram organizados para viver bem em colaboração. Essa é a lei (a caridade faz parte dessa lei) que está presente na formação do átomo, da célula, dos organismos multicelulares e na formação da consciência humana.

O que é a caridade (o servir)? É a forma mais altruísta de a colaboração acontecer. Quando a pessoa pratica a caridade, ela está informando “cada uma das suas células” que a união está mantida e fortalecida. Essa informação ajuda a gerar paz profunda e bem-estar. Ajuda a manter o equilíbrio do corpo por facilitar com que cada uma de suas pequenas partes cumpra com seu dever. Ajuda a fortalecer os sentimentos, pensamentos, sensações e atitudes mais nobres.

A vida e as leis da natureza são precisas e inteligentes: as forças de união, colaboração e organização devem ser fortalecidas (lembre-se de que a caridade é apenas uma dessas forças de união e cooperação – existem outras). Neste livro - A Espiritualidade no Dia a Dia - você vai aprender a gerar dentro do seu ser as melhores condições para que seu corpo funcione bem e sua evolução espiritual aconteça.

O ser humano deve adquirir sabedoria, desenvolver sensibilidades, aproveitar oportunidades, cuidar de si e amparar (servir) ao próximo.

Conclusão: a Lei da Caridade está inscrita na própria biologia humana. Praticá-la significa colocar o melhor desta biologia em ação e ativar recursos importantes para a evolução espiritual.

Origem do texto:

este texto é um resumo do capítulo 2 do livro A Espiritualidade no Dia a Dia




Autor: Regis Mesquita – Blog Nascer Várias Vezes



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Chico Xavier frases. A desilusão é a visita da verdade






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